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Equilíbrio Econômico: Capitão Contar defende que Senado deve priorizar redução de impostos e segurança jurídica para conter inadimplência

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Em meio a um cenário de contrastes na economia brasileira, o pré-candidato ao Senado por Mato Grosso do Sul, Capitão Contar (PL), manifestou preocupação com o abismo entre a arrecadação recorde do governo e a saúde financeira das empresas. Enquanto a Receita Federal celebra a marca de R$ 777,1 bilhões arrecadados no primeiro trimestre de 2026, o setor produtivo enfrenta uma crise de crédito e inadimplência.

Para Contar, o Senado Federal possui o papel crucial de atuar como um “freio” à pressão tributária e como um motor para a modernização das relações de trabalho.

O Contraste dos Números

O pré-candidato utilizou dados recentes da Serasa Experian para ilustrar a sufocamento do setor privado:

  • Inadimplência Empresarial: 8,7 milhões de empresas estão com contas em atraso no Brasil.

  • Volume de Dívidas: O montante já ultrapassa R$ 201,7 bilhões.

  • Arrecadação Federal: Somente em março de 2026, o governo recolheu R$ 229,2 bilhões.

“É preciso agir diante de um cenário em que o governo arrecada cada vez mais, enquanto empresários lutam para seguir produzindo e trabalhadores vivem sob a incerteza”, pontuou Contar.

Propostas para o Fortalecimento do Empreendedorismo

Capitão Contar destacou que a atuação parlamentar deve focar em três pilares para aliviar o setor produtivo:

  1. Redução da Burocracia: Simplificar processos para que o empresário gaste menos tempo com papelada e mais com produção.

  2. Acesso ao Crédito: Criar mecanismos legislativos que facilitem o financiamento, especialmente para micro e pequenas empresas, diante dos juros elevados.

  3. Segurança Jurídica: Garantir que as regras do jogo não mudem constantemente, atraindo investimentos de longo prazo.

Modernização Trabalhista e Proteção às Famílias

Um dos pontos centrais da fala do pré-candidato foi a indissociabilidade entre o sucesso da empresa e o bem-estar do trabalhador. Segundo ele, a legislação trabalhista brasileira precisa de atualizações que acompanhem a nova dinâmica do mercado, garantindo previsibilidade para ambas as partes.

“Defender quem empreende é também defender o trabalhador e a estabilidade das famílias”, concluiu, reforçando que um ambiente de negócios moderno é a única forma sustentável de preservar empregos e gerar renda em Mato Grosso do Sul e no país.

Imagem: Divulgação

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