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Cassilândia protocola documentação para o ICMS Ecológico e celebra aumento de 70% na arrecadação

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CASSILÂNDIA (MS) – Em um passo estratégico para consolidar suas políticas ambientais e ampliar a receita municipal, a Prefeitura de Cassilândia realizou, nesta semana (10 de abril de 2026), o protocolo da documentação para a análise do ICMS Ecológico. O envio dos dados é referente ao biênio 2026-2027 e reflete o empenho da administração em transformar a preservação em benefícios econômicos para a cidade.


Pilares da Pontuação

Para garantir a participação no programa, o município apresentou comprovações técnicas em dois eixos fundamentais que determinam o repasse de recursos:

  1. Resíduos Sólidos: Foram detalhadas ações de gestão adequada do lixo, programas de reciclagem e iniciativas sustentáveis que comprovam o tratamento correto dos resíduos urbanos.

  2. Unidades de Conservação: Documentação focada na proteção de áreas de relevância biológica, garantindo a manutenção da biodiversidade local e a preservação de recursos hídricos.


 Salto de 70% na Arrecadação

Um dos grandes destaques da atual gestão é o resultado financeiro já colhido em 2026. Com base no desempenho de 2025, Cassilândia registrou um crescimento expressivo de aproximadamente 70% no recebimento do ICMS Ecológico.

O fator determinante para esse aumento foi a revisão do Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) da Sub-Bacia do Rio Aporé, concluída em 2024. Essa atualização técnica permitiu que o município subisse de patamar nos critérios de avaliação do estado, convertendo a proteção da bacia em maior aporte financeiro para os cofres públicos.


Tabela: Desempenho Ambiental de Cassilândia

Indicador Status / Resultado
Referência de Análise Biênio 2026-2027
Aumento de Arrecadação ~70% (Exercício 2026)
Principal Fator de Alta Plano de Manejo da APA do Rio Aporé
Foco da Documentação Resíduos Sólidos e Conservação

Sustentabilidade e Desenvolvimento

Para a administração municipal, o ICMS Ecológico é a prova de que o desenvolvimento econômico e a preservação ambiental podem caminhar juntos. Ao investir em auditorias ambientais e na manutenção de áreas protegidas, o município não apenas garante a qualidade de vida das futuras gerações, mas também assegura recursos livres para novos investimentos em infraestrutura e serviços públicos.

Imagem: Divulgação

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