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O ex-governador de Mato Grosso do Sul por dois mandatos e pré-candidato ao Senado, Reinaldo Azambuja, apresentou um diagnóstico contundente sobre a atual conjuntura fiscal do país. Em entrevista de rádio concedida em Campo Grande, Azambuja alertou para o endividamento público descontrolado e criticou a atual política monetária de juros elevados, que, segundo ele, “sufoca o setor produtivo, inibe o consumo e desestimula o investimento”.
Com base na experiência de sua gestão fiscal no estado, o pré-candidato defendeu que o Brasil precisa de decisões internas corajosas e apresentou 5 saídas estratégicas para recolocar o país na rota do crescimento econômico e da estabilidade institucional.
As 5 Saídas Propostas por Reinaldo Azambuja
As medidas sugeridas pelo pré-candidato atacam desde a política de incentivo à produção até a divisão de poderes e a distribuição de impostos no pacto federativo:
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Redução da Taxa de Juros e Estímulo ao Consumo: Transição para uma política monetária que dialogue com o crescimento econômico e o setor produtivo, e não apenas com o ajuste fiscal restritivo;
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Prioridade Estratégica ao Agronegócio: Blindagem do setor contra aumentos de carga tributária e restrições ideológicas, potencializando um segmento que responde hoje por 33% dos empregos no país;
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Enxugamento da Máquina Pública Federal: Redução da burocracia e corte de gastos correntes ineficientes (“cortar na própria carne”) para ampliar a capacidade de investimento da União;
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Retomada de Reformas Estruturantes: Aprovação imediata das reformas administrativa, tributária e política como pilares para dar previsibilidade jurídica e sustentabilidade fiscal a longo prazo;
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Novo Pacto Federativo e Descentralização: Redistribuição do bolo tributário nacional, enviando mais recursos diretamente para os municípios, onde as demandas da população (saúde, educação e asfalto) de fato acontecem, diminuindo a dependência dos prefeitos em relação a Brasília.
Defesa da Independência dos Três Poderes
Um dos momentos de maior ênfase na entrevista de Azambuja foi a cobrança pelo reequilíbrio das forças institucionais no país. O ex-governador criticou o que considera uma interferência excessiva da Suprema Corte e do Judiciário nas decisões políticas e administrativas nacionais.
“Hoje o Judiciário manda no Executivo e no Legislativo. Isso está errado! Cada poder no seu quadrado: o Executivo executa, o Legislativo legisla e fiscaliza, e o Judiciário julga quando há conflito. Sem essa clareza, não há estabilidade institucional”, disparou Reinaldo.
Imagem: Divulgação





