Eleições 2026: Pesquisa do Instituto Ranking aponta Gerson Claro na liderança das intenções de voto para a Assembleia Legislativa

Bulhõesdigital
O cenário sucessório para as 24 cadeiras da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems) começou a desenhar seus primeiros contornos de força. O levantamento mais recente realizado pelo Instituto Ranking Brasil Inteligência, conduzido entre os dias 29 de junho e 3 de julho de 2026, apontou o atual presidente da Casa, deputado estadual Gerson Claro (PP), na liderança isolada das intenções de voto na modalidade espontânea.
O parlamentar figura em primeiro lugar tanto no espectro geral de concorrência quanto no recorte interno de sua coalizão, a federação “União Progressista” (composta por PP e União Brasil).
Os Números do Top 10 no Quadro Geral
A amostragem, que ouviu duas mil pessoas em 30 municípios de Mato Grosso do Sul, apresenta uma disputa acirrada pelas primeiras posições, refletindo a pulverização tradicional do voto proporcional. A margem de erro do estudo é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95%.
Os dez nomes mais lembrados pelo eleitorado sul-mato-grossense na pesquisa são:
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Gerson Claro (PP): 2,20%
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Paulo Corrêa: 1,85%
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Pedro Caravina: 1,60%
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Márcio Fernandes: 1,45%
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Lucas de Lima: 1,40%
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Marco Santullo: 1,35%
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Coronel David: 1,35%
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Odilon Ribeiro: 1,30%
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Lídio Lopes: 1,20%
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Zé Teixeira: 1,20%
Disputa Interna na Federação União Progressista
Por se tratar de uma eleição sob o sistema de federações partidárias, a contenda interna ganha peso de sobrevivência política, já que os candidatos do PP e do União Brasil somam votos na mesma legenda e disputam as vagas diretamente entre si. Nesse cenário, o ranking interno posiciona as seguintes lideranças:
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1º Lugar: Gerson Claro (2,20%)
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2º Lugar: Marco Santullo (1,35%)
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3º Lugar: Jamílson Name (1,15%)
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4º Lugar: Professor Rinaldo (0,80%)
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5º Lugar: Marcelo Miranda (0,75%)
Ao avaliar o desempenho, Gerson Claro — que busca o seu terceiro mandato consecutivo no parlamento estadual — adotou um tom ponderado, classificando os números como um “retrato momentâneo” e atribuindo o resultado à sua postura de municipalismo e diálogo constante com os prefeitos e vereadores do interior.
Imagem: Divulgação





