Show de Cidadania: Com 75 integrantes, Banda Municipal de Costa Rica brilha no 1º Circuito de Fanfarras em Paraíso das Águas

Bulhõesdigital
A avenida principal de Paraíso das Águas transformou-se em um imenso palco de arte, civismo e inclusão no último sábado, 20 de junho de 2026. A Banda Municipal “Laerte Souza da Costa”, de Costa Rica, foi um dos grandes destaques da segunda etapa do 1º Circuito Sul-Mato-Grossense de Bandas e Fanfarras.
Organizado pela Federação de Bandas e Fanfarras de Mato Grosso do Sul (FEBAFAMS), o evento transformou a noite regional em um espetáculo que reuniu 12 corporações musicais e aproximadamente 800 jovens instrumentistas do estado.
Retorno à Federação e Formação do Zero
A apresentação marcou um momento histórico de reencontro: foi o primeiro desfile oficial da corporação costarriquense após o seu retorno definitivo aos quadros da FEBAFAMS, reinserindo o município no circuito competitivo e de intercâmbio estadual.
Atualmente, o projeto atende 120 crianças e adolescentes em Costa Rica. A engenharia pedagógica do programa impressiona:
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Inclusão Absoluta: O processo de musicalização é iniciado do zero. O jovem não precisa ter conhecimento prévio ou possuir um instrumento;
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Estrutura Técnica: Os ensaios e performances contam com a liderança do regente e coordenador Maestro Jhon Keener, da professora de palhetas Maestrina Vanessa Santos (responsável pela linha de frente) e da instrutora Fernanda Souza;
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Custo Zero: Os instrumentos, uniformes, viagens e aulas são 100% custeados pela Prefeitura de Costa Rica, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SEMED).
O prefeito, delegado Cleverson Alves dos Santos, destacou o impacto do projeto para além das notas musicais: “Mais do que música, estamos investindo no futuro dos nossos jovens, oferecendo um caminho de transformação social, cidadania e inclusão. Ver essas crianças ocupando seu tempo com arte é a prova de que apoiar a cultura é o melhor investimento pela nossa gente”, enfatizou.
A Força Social do Sopro e da Percussão
Para os organizadores e a Secretaria de Educação, gerenciar uma banda municipal no interior funciona como uma política pública de proteção à juventude. Ao ocupar o tempo livre com partituras e ensaios exaustivos de marcha, os alunos desenvolvem disciplina coletiva, responsabilidade de grupo e foco escolar, distanciando-se de situações de vulnerabilidade social.
A secretária de Educação, Maria Almeida, reiterou o compromisso financeiro e institucional com a corporação: “Investir em uma banda municipal significa investir no desenvolvimento humano e na construção de oportunidades para as futuras gerações”, justificou.
Imagem: O Correio News




