
O prazo para a partidária chega ao fim nesta sexta-feira (3). O período foi marcado por mudanças na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal. Teve partido que somou 7 deputados estaduais após as trocas.
Dos 24 deputados estaduais, apenas quatro permaneceram no mesmo partido. O troca-troca deixou pelo menos duas siglas sem representantes e movimentou a política de Mato Grosso do Sul nesta semana.
O PSDB, partido que mais tinha cadeiras na Alems, foi o mais afetado durante as trocas de parlamentares. A sigla tucana contava com seis cadeiras. O número caiu pela metade com a saída de Mara Caseiro, Paulo Corrêa e Zé Teixeira. Os três se filiaram ao PL. No PSDB, continuam Lia Nogueira, Pedro Caravina e Jamilson Name, que promete deixar o partido após aval do governador Eduardo Riedel (PP).
O MDB também sofreu forte impacto durante o período de mudanças. A sigla tinha três cadeiras e apenas Junior Mocchi permaneceu no partido emedebista. Renato Câmara migrou para o Republicanos, e Márcio Fernandes, para o PL.
Na bancada petista, não aconteceram mudanças. Pedro Kemp, Gleice Jane e Zeca permanecem no PT. No PL, Coronel David e Neno Razuk continuam na sigla. Apesar de João Henrique Catan deixar o PL para migrar para o Novo, o Partido Liberal ganhou cinco deputados e, com os dois que já tinha, totaliza 7 parlamentares.
No PP, Londres Machado e Gerson Claro continuam no partido. Dois deputados estavam sem partido e se filiaram nos últimos dias. Lídio Lopes agora é do Avante, enquanto Lucas de Lima se filiou ao PL.
O PSD ficou extinto na Alems após a saída do deputado Pedro Pedrossian, que se filiou ao Republicanos. O mesmo acontece com o PSB, com a saída de Paulo Duarte para o PSDB.
O Republicanos conta com a cadeira de Antônio Vaz, que permanece no partido. A sigla filiou mais três deputados durante a janela partidária.
O professor Rinaldo Modesto, que era do Podemos, filiou-se ao União, enquanto Roberto Hashioka, que era do União, foi para o Republicanos.
VEJA AS MUDANÇAS NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA:
- 7 deputados no PL: Coronel Davi, Neno Razuk, Mara Caseiro, Zé Teixeira, Paulo Corrêa, Lucas de Lima e Marcio Fernandes;
- 4 deputados no PSDB: Lia Nogueira, Pedro Caravina, Paulo Duarte e Jamilson Name;
- 4 deputados no Republicanos: Antônio Vaz, Renato Câmara, Roberto Hashioka e Pedro Pedrossian;
- 3 deputados no PT: Gleice Jane, Pedro Kemp e Zeca do PT;
- 2 deputados no PP: Gerson Claro e Londres Machado;
- 1 deputado no União: Rinaldo Modesto;
- 1 deputado no MDB: Junior Mocchi;
- 1 deputado no Avante: Lídio Lopes;
- 1 deputado no Novo: João Henrique Catan.
Em 2026, deputados federais, estaduais e distritais puderam migrar de partido político. Os vereadores eleitos em 2024 não podem utilizar a janela de 2026, uma vez que não estão em fim de mandato.
Ocupantes de cargos eletivos majoritários, como os de presidente da República, governador e senador, podem trocar de partido sem incorrer na necessidade de apresentar justa causa para a desfiliação da legenda.
No Senado Federal, dos três senadores, Soraya Thronicke (Podemos), Nelsinho Trad (PSD) e Tereza Cristina (PP), todos permaneceram nos seus respectivos partidos.
FURACÃO NO PSDB
A Câmara Federal, assim como a Alems, também teve muitas trocas. Um furacão passou pelo PSDB. Das três cadeiras que ocupava, a sigla perdeu todas, já que Dagoberto Nogueira se filiou ao PP; Beto Pereira, ao Republicanos; e Geraldo Resende, ao União Brasil.
Rodolfo Nogueira (PL), Marcos Pollon (PL), Camila Jara (PT), Vander Loubet (PT) e Luiz Ovando (PP) seguem filiados aos partidos em que já estavam.
Deputados estaduais de MS. (Assessoria, Alems)
Midiamax





