Habitação: Junior Mochi propõe teto de R$ 250 mil para ampliar financiamentos da Faixa 1 no Estado

Bulhõesdigital
O acesso à casa própria em Mato Grosso do Sul pode ganhar um novo fôlego com a proposta apresentada pelo deputado estadual Junior Mochi (MDB) nesta terça-feira (26 de maio de 2026). O parlamentar solicitou formalmente ao Governo do Estado e à AGEHAB o aumento do teto habitacional para imóveis financiados pela Caixa Econômica Federal na Faixa 1, elevando o limite de R$ 220 mil para R$ 250 mil.
A indicação reflete uma demanda urgente do setor da construção civil e das famílias que buscam se enquadrar nos programas de subsídio e financiamento facilitado.
Atendimento à Demanda da ACOMASUL
A iniciativa nasceu de uma articulação com a Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul (ACOMASUL). Segundo os construtores, o valor atual de R$ 220 mil já não comporta o aumento dos custos de materiais de construção e terrenos, o que acaba excluindo muitas obras do programa Faixa 1.
Os principais objetivos da mudança são:
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Adequação ao Mercado: Ajustar o valor ao custo real da construção em 2026.
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Isonomia: Permitir que pequenos e médios construtores continuem competitivos no programa.
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Acesso Social: Garantir que famílias de baixa renda encontrem imóveis disponíveis dentro do teto permitido pelo subsídio.
Impacto Econômico e Social
Para Junior Mochi, a medida é um motor para a economia estadual. Ao aumentar o teto, o governo estimula novos lançamentos imobiliários, o que gera uma reação em cadeia:
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Redução do Déficit Habitacional: Mais casas disponíveis para quem mais precisa.
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Geração de Empregos: Aquecimento imediato em canteiros de obras em todo o MS.
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Dignidade: Fomento à moradia própria em substituição ao aluguel.
“Precisamos adequar os programas habitacionais à realidade atual do mercado, garantindo oportunidades e acesso à moradia digna para as famílias sul-mato-grossenses”, afirmou o deputado.
Imagem: Divulgação




