Conheça a história de Figueirão: da ocupação Caiapó à emancipação política e força no agronegócio

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A história do território onde hoje se localiza o município de Figueirão remonta ao período que antecede a chegada das primeiras expedições colonizadoras, quando as terras eram habitadas e transitadas pelo povo indígena Caiapó. O povoamento de perfil agrícola e pecuário começou a se consolidar a partir de 1901, impulsionado pela chegada de famílias migrantes vindas, em sua maioria, dos estados de Goiás e Minas Gerais.
Esses primeiros habitantes estabeleceram as bases da ocupação rural da região, fundamentada no manejo da pecuária extensiva, na agricultura de subsistência e na cooperação entre as famílias pioneiras.
A educação como motor do povoado
Um dos momentos decisivos para o surgimento do núcleo urbano ocorreu em 1935, com a fixação da família do casal Moysés Araújo Galvão e Leontina Geraldino Galvão. Focados na instrução das crianças da zona rural, os educadores lideraram a organização da comunidade para a construção da primeira infraestrutura de ensino local.
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1949: Início das obras da primeira edificação escolar da localidade.
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1950: Inauguração da Escola Rural Mixta de Figueirão.
A partir do estabelecimento da escola, o povoado expandiu-se rapidamente, atraindo os primeiros estabelecimentos comerciais, a construção da igreja e a chegada de serviços públicos estruturantes.
Origem do nome e trajetória política
O nome do município possui raízes na geografia e no cotidiano dos tropeiros que transitavam pela região. Uma árvore de grande porte da espécie figueira servia como ponto de referência para viajantes e moradores na travessia do antigo Vau da Figueira, tornando-se o símbolo de identidade do local.
A evolução administrativa do município deu-se através dos seguintes marcos:
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20 de dezembro de 1963: Elevação da comunidade à categoria de Distrito pertencente ao município de Camapuã.
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29 de setembro de 2003: Emancipação político-administrativa conquistada após forte mobilização comunitária e aprovação em plebiscito popular.
Imagem: Divulgação




