Capital: Adriane Lopes confirma que “aperto de cintos” continua em 2026; meta é garantir R$ 156 mi para obras

Bulhõesdigital
A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), confirmou na manhã desta segunda-feira (02) que a política de corte de gastos rigorosos seguirá vigente em 2026. A declaração coloca a austeridade fiscal como peça central do Plano de Equilíbrio Fiscal (PEF), necessário para que o município receba investimentos da União.
“As medidas já foram tomadas com coragem e ousadia”, resumiu a prefeita, indicando que o decreto que venceria em fevereiro deve ser estendido ou reeditado.
O que está sendo cortado?
Para se enquadrar nas regras do Tesouro Nacional e liberar crédito, a Prefeitura mantém:
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Salários: Redução de 20% no subsídio da própria prefeita e de todo o primeiro escalão.
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Jornada: Turno de 6 horas para servidores administrativos (Saúde e Educação mantêm horário normal).
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Custeio: Ordem para reduzir em 25% gastos com água, luz, combustível e impressões.
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Vedações: Proibição de novas gratificações, horas extras (salvo essenciais) e novas contratações administrativas.
A Recompensa: Asfalto Novo
O esforço fiscal tem um objetivo claro: destravar o crédito para infraestrutura. Com a adesão ao PEF, Campo Grande garantiu capacidade de investimento de R$ 544 milhões. A primeira fatia, de R$ 156 milhões, já está autorizada para contratação imediata e será destinada a levar asfalto e drenagem para 33 bairros da Capital.
Imagem: Divulgação





