
Geraldo Silva
A meta de aumentar em até 70% a votação que Flávio Bolsonaro (PL) teve em Mato Grosso do Sul no primeiro turno continua mantida nas contas de Reinaldo Azambuja.
O ex-governador e senador eleito acredita que com um predomínio amplamente majoritário de suas ideias, as forças de direita e centro-direita têm no segundo turno da sucessão presidencial mais uma razão imperativa para dar esse voto: “Além de ser o melhor candidato, Flávio é quem une todo o campo conservador brasileiro”, argumenta.
No sábado (17/10) em Coxim, Azambuja liderou uma movimentada e vibrante atividade de campanha, com caminhada, adesivagens, diálogo e bandeiradas com as marcas do candidato do PL a presidente.
Na Praça Nestor Pires Barbosa, ele reafirmou compromissos que vão marcar seu mandato e garantiu que terá total apoio de Brasília se Flávio for vencedor da disputa. “O Brasil quer mudança, quer resultado contra a insegurança e a falta de perspectiva. E Mato Grosso do Sul é Brasil”, pontuou.
A agenda de Coxim fez parte de uma ação coordenada pelo grupo político da direita em diversos municípios. “A mobilização é total para alcançarmos 70% dos votos válidos para o Flávio Bolsonaro no segundo turno. O PT não tem mais nada a oferecer ao país”, disparou. “É hora de fortalecer quem produz, quem gera empregos. É hora de municipalizar a distribuição de recursos recolhidos nos impostos, é mais Brasil e menos Brasília”, defendeu.
Azambuja comentou que Mato Grosso do Sul elegeu sete dos oito deputados federais alinhados a Flávio Bolsonaro, além do governador Eduardo Riedel e dos dois senadores eleitos, que se somam à senadora Tereza Cristina.
O deputado estadual Júnior Mochi (MDB) fez coro à fala do ex-governador: “Essa representação política expressa um alinhamento em torno das reformas que consideramos necessárias ao Brasil”.
O senador eleito e o deputado emedebista consideram que agora, diante de uma etapa decisiva, é fundamental que cada um assuma seu papel, amplie o diálogo e compartilhe as propostas, inclusive junto aos que ainda estão indecisos ou fizeram uma escolha diferente no primeiro turno. “Não teremos outra oportunidade em quatro anos de fazer o que pode ser feito no próximo domingo, dia 25, que é votar por mudança e legitimar uma nova realidade de gestão para o País”, concluiu Azambuja.
Azambuja participou ativamente da adesivagem em Coxim.(Foto: Redes Sociais).





