
Mayara contou para a reportagem que fisgou o peixe nos primeiros 30 minutos de pescaria, logo na primeira parada do grupo.
Apesar de já ter participado de várias pescarias, Mayara contou que esta foi a primeira vez que fisgou um peixe tão grande. A captura foi marcada por emoção, nervosismo e até lágrimas.
“Foi muita emoção, um misto de alegria e nervosismo. Chorei muito. Fiquei nervosa e tremia”, contou.
Após retirar o peixe da água, Mayara e a família decidiram encerrar a pescaria. “Quando peguei o peixe, paramos de pescar e fomos comemorar”, disse.
Para Mayara, o peixe de aproximadamente 1,05 metro representa uma conquista especial.
“Nós falamos que íamos atrás da barra de ouro, olha aqui ela”, brincou.
Lei permite apenas a pesca “pesque e solte”
O dourado, conhecido como o “Rei do Rio” pelos pescadores, está com a captura proibida em Mato Grosso do Sul há seis anos. A restrição, que segue em vigor até 31 de março de 2027, busca preservar a espécie e prevê multas mais severas do que as aplicadas em outros casos de pesca irregular.
A lei permite apenas a pesca “pesque e solte” e a captura para consumo próprio por pescadores profissionais e ribeirinhos, além de exceções para pesquisa e criação autorizada. Um estudo técnico deverá avaliar a situação dos cardumes e definir se a proibição será mantida ou suspensa.
Mayara ao lado do marido Laender Azambuja e o filho Eduardo Teodoro Azambuja. Foto: Anna Júlia Azambuja
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