Foco Duplo: Presidente Gerson Claro admite desafio no 2º semestre da ALEMS, mas garante produtividade durante campanha eleitoral

Bulhõesdigital
O encerramento do primeiro período legislativo na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) trouxe à tona o debate sobre o impacto das eleições gerais na produtividade dos deputados. O presidente da Casa de Leis, deputado Gerson Claro (PP), manifestou total confiança de que o recesso parlamentar e a posterior campanha eleitoral (entre agosto e outubro) não vão comprometer os trabalhos regimentais do Palácio Barra Mansa.
Claro reconheceu que conciliar as agendas de votação em Campo Grande com as viagens em busca de votos pelo interior será um teste de resistência para os 24 parlamentares, mas minimizou o risco de “paralisia” no Legislativo.
Campanha vs. Atividade Regimental
A partir de 3 de agosto de 2026 (retorno oficial do recesso) e com a primeira sessão plenária marcada para o dia 4 de agosto, os deputados estaduais terão que se desdobrar. A avaliação interna é de que o bom desempenho técnico do primeiro semestre serve como principal vitrine para o pleito.
“Admito: no segundo semestre será desafiador manter este nível de produtividade. Mas não será a primeira vez, todos aqui já passaram por temporadas em que sessões e campanha eleitoral se desenvolviam simultaneamente e isto nunca foi um problema. Cada parlamentar tem seus méritos, tem folha de serviços, tem credenciais para pedir o voto, basta conferir o desempenho de cada mandato”, defendeu Gerson Claro.
O Peso dos Números que Chancelam o Mandato
Para rebater as críticas de que o ano eleitoral esvazia o parlamento, a Mesa Diretora usou o balanço do primeiro semestre como escudo técnico. Os dados acumulados de fevereiro a julho de 2026 atestam a alta atividade da Casa:
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Sessões e Votações: 74 sessões plenárias conduzidas com 166 votações nominais e eletrônicas registradas;
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Projetos Convertidos: 138 projetos apresentados, resultando na aprovação de 95 matérias que impactam diretamente o comércio, a segurança e o funcionalismo público estadual;
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Frentes de Debate: Realização de 11 audiências públicas e 5 seminários para ouvir as demandas de sindicatos, associações e prefeitos.
Imagem: Divulgação





