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Tragédia Familiar: Vereador Cocó lamenta morte do filho e afirma que alvo era ex-cunhado

Bulhõesdigital

A cidade de Camapuã e a região política do estado foram abaladas pelo assassinato de Gilson Ricardo Carvalho, de 36 anos, ocorrido na noite de sábado (16 de maio). Gilson é filho do vereador Claudomiro Martins Rosa (PL), o “Cocó”, que, em declarações emocionadas, descreveu o crime como um trágico caso de estar “no lugar errado, na hora errada”.

A principal linha defendida pela família e acompanhada pela polícia é de que Gilson não era o alvo dos atiradores, mas sim uma vítima colateral de um acerto de contas direcionado a outra pessoa.


Dinâmica do Crime

De acordo com as informações apuradas e imagens de câmeras de monitoramento, o ataque foi executado com frieza:

  • O Local: Gilson estava nos fundos da casa de sua ex-sogra, acompanhado de seu ex-cunhado, identificado como Renan.

  • A Emboscada: Dois homens em uma motocicleta chegaram ao local. Enquanto um aguardava na esquina, o atirador invadiu a residência pelo corredor lateral.

  • O Ataque: Foram efetuados pelo menos 10 disparos. Gilson foi atingido no peito e no rosto. Mesmo baleado, ele tentou buscar refúgio dentro da casa, mas não resistiu aos ferimentos e caiu na cozinha.


O Alvo Pretendido

O vereador Cocó explicou que o alvo do atentado seria Renan, o ex-cunhado de seu filho. Segundo o parlamentar, Renan vinha sofrendo ameaças de morte e teria possíveis ligações com facções criminosas. Gilson, que era conhecido por acompanhar amigos e familiares em momentos de lazer, teria sido atingido por estar presente no momento da execução.

O vereador admitiu que o filho enfrentou problemas com dependência química no passado, mas ressaltou que Gilson estava em uma fase tranquila de sua vida e era inocente em relação a qualquer envolvimento com o crime organizado.


Investigação Policial

A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul já está com o caso avançado. Em nota oficial, as autoridades informaram:

  • Linha Sólida: A polícia já possui uma linha de investigação “tecnicamente construída” sobre a autoria e a motivação.

  • Sigilo: Detalhes sobre os suspeitos não foram revelados para não comprometer as diligências e garantir o êxito das futuras medidas operacionais.

Imagem: Divulgação

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