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Paraíso das Águas entra na rota bilionária da Energia Solar em MS

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PARAÍSO DAS ÁGUAS – O município acaba de dar um salto gigante rumo ao futuro sustentável. Foi confirmada a implantação de duas usinas solares no Complexo Paraíso Solar, um projeto que coloca a cidade no mapa estratégico da energia renovável no Brasil. O empreendimento é fruto de uma parceria entre a petroquímica Unipar e a gigante do setor Casa dos Ventos.

As duas unidades terão capacidade de gerar 160 MW de potência total. Para se ter uma ideia da magnitude, o contrato firmado garante o abastecimento das fábricas da Unipar por 15 anos, consolidando a estratégia de “autoprodução” de energia limpa da companhia.

O Impacto do Investimento

O projeto em Paraíso das Águas não está isolado. Ele faz parte de um robusto pacote de R$ 5,12 bilhões que a Casa dos Ventos está injetando em Mato Grosso do Sul, com usinas também previstas para Campo Grande e Paranaíba.

  • Capacidade Estadual: O complexo total em MS poderá suprir até 63% do consumo de energia de todo o estado.

  • Cronograma: As primeiras unidades começam a operar entre junho e julho de 2027, com expansão final prevista para setembro de 2028.

  • Ranking Nacional: Com esses novos projetos, Mato Grosso do Sul deve figurar entre os 10 maiores geradores de energia solar do Brasil.


Desenvolvimento Local e Sustentabilidade

Para o prefeito Ivan Xixi, o investimento marca um “novo momento” para a cidade. “Representa geração de empregos, fortalecimento da nossa economia e reconhecimento do nosso potencial para grandes investimentos”, afirmou.

Já o secretário de Desenvolvimento, Professor Wilson Matheus, destacou que o município passa a ser referência em transição energética. Além do aluguel de terras e impostos gerados, a chegada das usinas atrai indústrias que buscam se instalar perto de fontes de energia barata e renovável.

Por que Paraíso das Águas?

A região possui altos índices de irradiação solar e uma localização estratégica para a conexão com o Sistema Interligado Nacional (SIN). Aliado à biomassa da cana e das florestas plantadas, o Sol agora se torna o novo “ouro” da economia local.

Imagem: Divulgação

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