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Mesmo sob a chuva intensa que atingiu o Distrito Federal neste domingo (25), a “Caminhada pela Liberdade” chegou ao seu destino final em Brasília. Liderado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), o ato reuniu centenas de apoiadores e diversas figuras políticas em uma marcha que percorreu cerca de 240 quilômetros desde a cidade de Paracatu (MG).
O movimento teve como pauta central o apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro e o protesto contra as decisões judiciais do Supremo Tribunal Federal (STF) referentes aos atos de 8 de janeiro de 2023.
Segurança e Uso de Colete Balístico
Um dos pontos que chamou a atenção durante o último trecho da caminhada foi o uso de um colete à prova de balas pelo deputado Nikolas Ferreira. Segundo o parlamentar, a medida foi uma recomendação expressa da inteligência da Polícia Legislativa Federal (PLF).
“A inteligência nos avisou conforme os riscos foram aumentando. Para prezar pela vida, estamos usando o equipamento devido às ameaças recebidas”, declarou Nikolas à imprensa.
O Trajeto e a Participação Política
A marcha, iniciada na segunda-feira (19), percorreu a BR-040 e entrou em Brasília pela região do Park Way, seguindo pelas Estradas Parque Indústria e Abastecimento (EPIA) Sul e Norte. O encerramento ocorreu na Praça do Cruzeiro, no Eixo Monumental.
O ato contou com a presença de aliados de peso, entre eles:
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Carlos Bolsonaro (ex-vereador);
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Senador Marcos do Val (Podemos-ES);
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Deputados Federais: Zé Trovão (PL-SC), Filipe Barros (PL-PR) e Carlos Jordy (PL-RJ);
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Padre Kelmon.
Alertas das Autoridades
Durante a semana, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) manifestou preocupação com a segurança viária, afirmando que a organização não notificou formalmente os órgãos de trânsito sobre o deslocamento a pé pela rodovia. Apesar do impasse, a PRF monitorou o trajeto para evitar acidentes com os manifestantes e motoristas.
Pauta do Protesto
Nikolas Ferreira afirmou que o objetivo da caminhada foi “despertar a população” para o cenário político atual. O grupo questiona as condenações do STF e a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, a quem os manifestantes defendem como alvo de decisões políticas.
Imagem: Divulgação






