Dança das Cadeiras: Adriane Lopes renova primeiro escalão e Tereza Cristina anuncia R$ 110 milhões para a Capital

Bulhõesdigital
A tarde desta quinta-feira (08) foi de mudanças estratégicas no Paço Municipal de Campo Grande. A prefeita Adriane Lopes (PP) oficializou a troca de comando em três das pastas mais importantes da administração: Governo (Segov), Fazenda (Sefaz) e Saúde (Sesau).
A cerimônia de posse contou com a presença da senadora Tereza Cristina, que aproveitou o ato político para trazer boas notícias ao caixa da prefeitura. A senadora anunciou a liberação de R$ 20 milhões imediatos para a compra de medicamentos (um gargalo atual da saúde) e cerca de R$ 90 milhões para a construção do viaduto na rotatória da “Coca-Cola”, obra viária aguardada há anos.
Quem assume o quê?
Confira os novos nomes fortes da gestão Adriane Lopes:
-
Saúde (Sesau): Marcelo Luiz Brandão Vilela O médico urologista retorna ao cargo que já ocupou entre 2017 e 2019. Ele assume a cadeira que estava sendo gerida por um comitê intergestor desde a saída de Rosana Leite, em setembro passado. A missão de Vilela é clara: resolver a crise no atendimento e a falta de insumos, alvo de reclamações da população.
-
Fazenda (Sefaz): Isaac José Araújo Atuando anteriormente como adjunto, Araújo foi promovido a titular. Ele substitui Márcia Hokama, que pediu exoneração e estava afastada desde novembro para tratar da saúde. O novo secretário terá o desafio de equilibrar as contas públicas em meio aos debates sobre as finanças da Capital.
-
Governo (Segov): Ulisses da Silva Rocha O advogado, que já atuava na função desde novembro, foi oficializado no cargo. Ulisses entra no lugar de Youssif Domingos e tem como principal função ser o “diplomata” da Prefeitura, mantendo o diálogo com a Câmara de Vereadores, especialmente em pautas sensíveis como o IPTU.
Ajuste de Rota
As mudanças sinalizam uma tentativa da prefeita de estabilizar a gestão após um período de turbulências, tanto na área da saúde (com falta de remédios e médicos) quanto na articulação política. A escolha de nomes técnicos e políticos (como a volta de Marcelo Vilela e a efetivação de Ulisses) busca dar respostas rápidas às demandas da cidade neste início de ano.
Imagem: Divulgação




